sábado, 2 de maio de 2009

100 trilhas para celebrar 1 século de música no cinema


O jornalista Cássio Starling Carlos escreveu em seu Blog da Folha uma excelente matéria sobre as trilhas sonoras na Sétima Arte.

Veja a matéria completa http://ilustradanocinema.folha.blog.uol.com.br/arch2009-04-26_2009-05-02.html#2009_05-01_13_18_06-11204329-25

Veja abaixo a lista completa. E quem quiser conhecer mais sobre este universo sonoro pode se embrenhar no trabalho entusiasmado da turma do Scoretrack, um site em português só sobre música e cinema.

1. “O Poderoso Chefão” (1972) - Nino Rota

2. “Tubarão” (1975) - John Williams

3.”Guerra nas Estrelas” (1977) - John Williams

4. “Três Homens em Conflito” (1966) - Ennio Morricone

5. “Psicose” (1960) - Bernard Herrmann

6. “E.T. - O Extreterrestre” (1982) - John Williams

7. “Lawrence da Arábia” (1962) - Maurice Jarre

8. “...E o Vento Levou” (1939) - Max Steiner

9. “Caçadores da Arca Perdida” (1982) - John Williams

10. “Chinatown” (1974) - Jerry Goldsmith

11. “Casablanca” (1942) - Max Steiner

12. “A Missão” (1986) - Ennio Morricone

13. “Doutor Jivago” (1965) - Maurice Jarre

14. “Bonequinha de Luxo” (1961) - Henry Mancini

15. “Sete Homens e Um Destino” (1960) - Elmer Bernstein

16. “Contatos Imediatos do Terceiro Grau” (1977) - John Williams

17. “Fugindo do Inferno” (1963) - Elmer Bernstein

18. “Carruagens de Fogo” (1981) - Vangelis

19. “Um Corpo que Cai” (1958) -Bernard Herrmann

20. “A Lista de Schindler” (1993) - John Williams

21. "O Mágico de Oz" (1939) - Herbert Stothart

22. "O Sol É para Todos’ (1962) -Elmer Bernstein

23. “Cidadão Kane” (1941) - Bernard Herrmann

24. “Beleza Americana” (1999) -Thomas Newman

25. “007 Contra Goldfinger” (1964) - John Barry

26. “A Pantera Cor-de-Rosa” (1963) - Henry Mancini

27. “Ben-Hur” (1959) - Miklos Rozsa

28. “Alien - O Oitavo Passageiro” (1979) - Jerry Goldsmith

29. “Dança com Lobos” (1990) -Jerry Goldsmith

30. “Intriga Internacional” (1959) - Bernard Herrmann

31. “Laura” (1944) - David Raksin

32. “Batman” (1989) - Danny Elfman

33. "Spartacus" (1960) - Alex North

34. "Um Sonho de Liberdade" (1994) - Thomas Newman

35. "Blade Runner - O Caçador de Andróides" (1982) - Vangelis

36. "A Ponte do Rio Kwai" (1957) - Malcolm Arnold

37. "Entre Dois Amores" (1985) - John Barry

38. "Superman" (1978) - John Williams

39. "De Volta para o Futuro" (1985) - Alan Silvestri

40. "Crepúsculo dos Deuses" (1950) - Franz Waxman

41. "O Império Contra-Ataca" (1980) - John Williams

42. "Taxi Driver" (1976) - Bernard Herrmann

43. "Um Homem Fora de Série" (1984) - Randy Newman

44. "Sindicato de Ladrões" (1954) - Leonard Bernstein

45. "Era Uma Vez no Oeste" (1968) - Ennio Morricone

46. "Planeta dos Macacos" (1968) - Jerry Goldsmith

47. "Gladiador" (2000) - Hans Zimmer

48. "Coração Valente" (1995) -James Horner

49. "Edward Mãos de Tesoura" (1990) - Danny Elfman

50. "O Senhor dos Anéis" (2001) - Howard Shore

51. "Butch Cassidy" (1969) - Burt Bacharach

52. "As Aventuras de Robin Hood" (1938) - Erich Wolfgang Korngold

53. "Shaft" (1971) - Isaac Hayes

54. "King Kong" (1933) - Max Steiner

55. "Jornada nas Estrelas - O Filme" (1979) - Jerry Goldsmith

56. "Patton - Rebelde ou Herói?" (1970) - Jerry Goldsmith

57. "A Profecia" (1976) - Jerry Goldsmith

58. "Era Uma Vez na América" (1984) - Ennio Morricone

59. "Titanic" - James Homer

60. "O Paciente Inglês" (1996) -Gabriel Yared

61. "Matar ou Morrer" (1952) -Dimitri Tiomkin

62. "A Conquista do Oeste" (1962) - Alfred Newman

63. "Forrest Gump - O Contador de Histórias" (1994) - Alan Silvestri

64. "O Rei Leão" (1994) - Hans Zimmer

65. "O Terceiro Homem" (1949) - Anton Karas

66. "Exodus" (1960) - Ernest Gold

67. "Perdidos na Noite" (1969) -John Barry

68. "Toy Story" (1995) - Randy Newman

69. "Rebeldia Indomável" (1967) - Lalo Schifrin

70. "Veludo Azul" (1986) - Angelo Badalamenti

71. "Os Dez Mandamentos" (1956) - Elmer Bernstein

72. "O Fantasma Apaixonado" (1947) - Bernard Herrmann

73. "Juventude Transviada" (1955) - Leonard Rosenman

74. "Corpos Ardentes" (1981) -John Barry

75. "Love Story - Uma História de Amor" (1970) - Francis Lai

76. "8 1/2" (1963) - Nino Rota

77. "Os Fantasmas se Divertem" (1988) - Danny Elfman

78. "A Marca da Maldade" (1958) - Henry Mancini

79. "O Silêncio dos Inocentes" (1991) - Howard Shore

80. "Capitão Blood" (1935) -Erich Wolfgang Korngold

81. "O Dia em que a Terra Parou" (1951) - Bernard Herrmann

82. "Brasil - O Filme" (1985) -Michael Kamen

83. "O Tigre e o Dragão" (2000) -Tan Dun

84. "O Bebê de Rosemary" (1968) - Krzysztof Komeda

85. "Em Cada Coração Um Pecado" (1942) - Erich Wolfgang Korngold

86. "Uma Rua Chamada Pecado" (1951) - Alex North

87. "Amarcord" (1973) - Nino Rota

88. "Matrix" (1999) - Don Davis

89." O Mensageiro do Diabo" (1955) - Walter Schumann

90. "O Conformista" (1970) -Georges Delerue

91. "O Gavião do Mar" (1940) -Erich Wolfgang Korngold

92. "Pacto de Sangue" (1944) -Miklos Rozsa

93. "Luzes da Cidade" (1931) -Charles Chaplin

94. "Vidas Amargas" (1955) -Leonard Rosenman

95. "Atire no Pianista" (1960) -Georges Delerue

96. "A Conversação" (1974) -David Shire

97. "A Mulher da Areia" (1964) -Toru Takemitsu

98. "Alexander Nevsky" (1938) -Sergei Prokofiev

99. "Rain Man" (1988) - Hans Zimmer

100. "Halloween" (1978) - John Carpenter

Por Cássio Starling Carlos (blog da folha ilustrada de cinema)

Programa elege os seios mais bonitos do cinema


A atriz Scarlett Johansson ("Vicky Cristina Barcelona") foi eleita pelo programa de TV Access Hollywood a mulher com os seios mais bonitos de Hollywood. A pesquisa mostra Johansson superando as atrizes Salma Hayek ("Bandidas"), que ficou com o segundo lugar, seguida por Halle Berry ("X-Men - O Desafio Final"), Jessica Simpson ("Os Gatões - Uma Nova Balada") e Jennifer Love-Hewitt ("O Terno de 2 Bilhões de Dólares"), respectivamente na terceira, quarta e quinta posições.

Não é a primeira vez que os seios de Johansson são motivos de destaque no mundo cinematográfico. A atriz Natalie Portman ("V de Vingança") declarou recentemente que faria de tudo para ter os seios da atriz. "Eu gostaria de ter os seios de Scarlett, eles são muito lindos”, declarou Portman.

Outro que colocou os seios de Johansson em destaque mundial foi o repórter Issac Mizrahi, que durante a cerimônia do Globo de Ouro desse ano, enquanto entrevistava ao vivo a atriz no tapete vermelho, aproveitou para segurar um dos seios de Johansson.

Questionada ano passado sobre o que gostaria de mudar em seu corpo, Johansson se manifestou dizendo aquilo que ela nunca mudaria, os seios. "Nunca faria nenhuma cirurgia nos seios. Sempre recebo elogios, mas preciso agradecer aos meus pais por ter me dados seios bonitos", declarou.

fonte: cinema com rapadura

Relembre dez filmes marcantes sobre epidemias

'Os 12 macacos', com Bruce Willis e Brad Pitt, lidera lista. Recentes 'Ensaio sobre a cegueira' e 'Eu sou a lenda' também tratam tema.

1. ‘OS 12 MACACOS’ (Twelve monkeys), 1995
Dirigido por Terry Gilliam
Com Bruce Willis, Brad Pitt, Madeleine Stowe.

No ano de 2035, a humanidade tenta sobreviver a um vírus desconhecido que já dizimou 99% da população mundial. Nesse contexto, um grupo desesperado de cientistas envia o voluntário Cole (Willis) para o ano de 1996 para que ele descubra as origens da epidemia, que teria sido espalhada pelo misterioso exército dos 12 macacos. Foi indicado a dois Oscars.

2. ‘ENSAIO SOBRE A CEGUEIRA’ (Blindness), 2008
Dirigido por Fernando Meirelles
Com Julianne Moore, Mark Ruffalo, Alice Braga.

Adaptação do livro de José Saramago, ganhador do Prêmio Nobel, o filme mostra uma misteriosa epidemia de cegueira. A trama começa com um homem que perde a visão de um instante para o outro enquanto dirige e que mergulha em uma espécie de névoa leitosa assustadora. Uma a uma, cada pessoa com quem ele encontra fica cega também. À medida que a doença se espalha, o pânico e a paranóia contagiam a cidade.

3. ‘EU SOU A LENDA’ (I am legend), 2007
Dirigido por Francis Lawrence
Com Will Smith, Alice Braga.

Em 2012, a cidade de Nova York aparece em ruínas. O cientista Robert (Smith) é o único sobrevivente de uma epidemia, que começou três anos antes, com a tentativa de descobrir a cura do câncer. Em seu laboratório ele tenta encontrar um remédio para a doença e sai em busca de outros sobreviventes do surto.

4. ‘EXTERMÍNIO’ (28 days later), 2002
Dirigido por Danny Boyle
Com Cillian Murphy, Naomi Harris.

Depois de um grupo de chimpanzés infectados ser libertado por ativistas pelos direitos dos animais, os macacos passam a atacar humanos e disseminar o vírus que possuem, trazendo horror e devastação a todo o planeta. 28 dias depois do acontecido, Jim (Murphy) desperta do coma em um hospital e estranha a ausência de pessoas nas ruas. Dirigido pelo vencedor do Oscar 2009.

5. ‘EPIDEMIA’ (Outbreak), 1995
Dirigido por Wolfgang Petersen
Com Dustin Hoffman, Morgan Freeman, Kevin Spacey.

Após um misterioso vírus dizimar uma tribo na África, o médico Sam Daniels (Hoffman) e sua equipe são chamados para estudá-lo. Mas no interior dos EUA, um macaco contrabandeado espalha o vírus na população local, fazendo com que o médico retorne para tentar controlar a epidemia que agora se alastra.

6. ‘FIM DOS TEMPOS’ (The happening), 2008
Dirigido por M. Night Shyamalan
Com Mark Wahlberg, Zooey Deschannel.

O diretor de ‘O sexto sentido’ traz a história de uma família em fuga de um fenômeno inexplicável e irreversível, que ameaça a humanidade. A epidemia parece surgir do nada. Em questão de minutos, irrompem nas principais cidades americanas episódios de mortes arrepiantes e estranhas que desafiam a razão e surpreendem a mente por sua chocante capacidade de destruição.

7. ‘RESIDENT EVIL – O HÓSPEDE MALDITO’ (Resident Evil), 2002
Dirigido por Paul W.S. Anderson
Com Milla Jovovich, Michelle Rodriguez

Uma corporação chamada Umbrella conduz experiências genéticas ilegais em seu laboratório no subterrâneo de Raccoon City. Em um dia aparentemente normal na base, uma sabotagem faz com que o T-Vírus contamine o local e mate a todos. Um exército entra em ação para impedir que a epidemia se espalhe e lutar contra os zumbis devoradores produzidos pela contaminação.

8. ‘FILHOS DA ESPERANÇA’ (Children of men), 2006
Dirigido por Alfonso Cuaron
Com Clive Owen, Julianne Moore, Michael Caine.

Terra, 2027. Uma epidemia faz com que os humanos se tornem inférteis. Faz quase 19 anos que o último bebê nasceu, e a cada ano que passa sem a presença inexplicável de crianças no mundo a humanidade vai acumulando o sentimento de desistir da vida.

9. ‘JUÍZO FINAL’ (Doomsday), 2008
Dirigido por Neil Marshall
Com Caryn Peterson, Adeola Ariyo.

Quando um vírus mortal ataca a Inglaterra, o governo se vê forçado a isolar a cidade afetada, construindo um muro ao redor da área. 30 anos após o isolamento, o vírus ataca novamente. O governo deve escalar uma equipe de especialistas para entrar na área proibida em busca de uma cura.

10. ‘CABANA DO INFERNO’ (Cabin fever), 2004
Dirigido por Eli Roth
Com Michael Rosenbaum; Rider Strong; Cerina Vincent.

O longa-metragem de estreia do cineasta (do terror ‘O albergue’) mostra um grupo de cinco amigos que decide passar o fim de semana em uma casa na floresta. Planejando farra e bebedeira, eles encontram um ermitão portador de um vírus que parece comer sua pele. O causador da doença, então, infecta alguns dos cinco, fazendo com que os sadios ajam com paranóia e hostilidade contra os doentes, criando o clima de suspense.

Confira mais alguns filmes sobre epidemia:

11. Madrugada dos Mortos
12. Missão Impossível 2
13. O Apanhador de Sonhos
14. Doom - A Porta do Inferno
15. 007 A Serviço Secreto de Sua Majestade
16. O Enigma de Andromeda
17. A Epidemia (2003)

fonte: g1, adoro cinema

Relembre as melhores (e piores) sogras do cinema

'A sogra', com Jane Fonda e Jennifer Lopez, lidera lista. Meryl Streep, Diane Keaton e outras já fizeram papel em comédias.

1. “A SOGRA” (Monster in law), 2005
Com Jennifer Lopez, Jane Fonda, Michael Vartan.

Após anos procurando seu príncipe encantado, Charlotte (Lopez) se apaixona por Kevin (Vartan). O problema é a mãe dele, a poderosa Viola (Fonda), que foi recentemente demitida. Após perder o emprego, a sogra teme perder também o filho e para evitar isto decide atrapalhar ao máximo os planos do casal.

2. “TERAPIA DO AMOR” (Prime), 2006
Com Uma Thurman, Meryl Streep, Bryan Greenberg.

Uma mulher recém-divorciada de 37 anos se envolve com um homem de 23, e tudo funciona às maravilhas. Até que a mãe dele, que coincidentemente é sua psicanalista, resolve perturbar a relação.

3. “ALGUÉM TEM QUE CEDER” (Someone’s gotta give), 2004
Jack Nicholson, Diane Keaton, Amanda Peet

O filme mostra a história de um homem (Nicholson) que namora uma bela jovem, nova o suficiente para ser sua filha. No entanto, quando ele conhece a mãe da garota (Keaton), apaixona-se pela própria sogra e uma reviravolta acontece em sua vida.

4. “A PRIMEIRA NOITE DE UM HOMEM” (The graduate), 1967
Com Dustin Hoffman, Anne Bancroft, Katherine Ross.

O jovem Benjamin (Hoffman) quer namorar a bela Elaine (Ross), mas enfrenta um problema: ele teve um caso com a mãe da moça, a depressiva Mrs. Robinson (Bancroft), casada com o sócio de seu pai. Agora, a sogra vai fazer de tudo para afastar os dois.

5. "O PODEROSO CHEFÃO" (Godfather),
Com Marlon Brando, Al Pacino, Robert Duvall.

A saga da família Corleone, dirigida por Francis Ford Coppola, também traz uma sogra memorável, Carmella Corleone, também conhecida como a "Mama". Uma italiana tradicional, ela fala pouco inglês e se aproxima da nora Kay.

6. “TUDO EM FAMÍLIA” (The family Stone), 2005
Com Sarah Jessica Parker, Diane Keaton, Dermot Mulroney.

A tensa e conservadora executiva Meredith Morton (Parker) se aventura a sair de Manhattan para conhecer a família de seu namorado Everett Stone (Mulroney). Mas a família Stone é um grupo coeso e protetor, liderada pela sogra Sybil (Keaton).

7. “A DUQUESA” (The duchess), 2008
Com Keira Knightley, Ralph Fiennes, Charlotte Rampling.

O longa conta a história de Georgiana Spencer, que se tornou duquesa no século 18. Ela é adorada pelo povo, mas seu próprio marido a trata de forma péssima e é infiel. A duquesa, que a princípio se revolta, mas sua mãe entra em cena para defender o genro.

8. “LAÇOS DE TERNURA” (Terms of endearment), 1983
Com Shirley MacLaine, Debra Winger, Jack Nicholson.

Aurora (MacLaine), uma viúva, e Emma (Winger), sua filha, apesar de se amarem têm uma relação conflituosa. Entretanto, tudo muda quando a filha descobre que está com câncer e, ao mesmo tempo, toma consciência de que foi traída por seu marido. Simultaneamente sua mãe após anos passa a se interessar por Garrett (Nicholson), um vizinho paquerador.

9. “CASAMENTO GREGO” (My big fat greek wedding), 2005
Com Nia Vardalos, John Corbett

Toula Portokalos (Vardalos) tem 30 anos, é grega e trabalha em Chicago, no restaurante da família. Tudo o que seus pais desejam é que ela arranje um bom marido grego, mas Toula quer algo mais na vida. Ela conhece Ian Miller (Corbett), um professor de inglês que é o oposto do desejo de seus pais, ou seja, um não-grego. Toula e Ian apaixonam-se e começam a namorar às escondidas, até a família dela descobrir tudo. O pai fica furioso e a mãe, em estado de choque com o fato de Toula namorar o rapaz, que tenta se adaptar a essa grande família.

10. “COCKTAIL DE SOGRAS” (The mating season), 1951
Com Gene Tierney, John Lund, Thelma Ritter, Miriam Hopkins.

Um jovem empregado de uma fábrica apaixona-se pela filha de um embaixador e no dia do casamento a sua mãe chega à cidade. Percebendo o receio do filho em a apresentar à nora, a mãe vai viver na casa dos recém-casados como empregada doméstica, criando uma série de conflitos.

fonte: g1

Conheça os 10 maiores comediantes americanos do cinema antigo


Enquanto a comédia britânica vem dos diálogos afiados e a brasileira do ambiente circense, a comédia americana nasceu nos palcos dos burlescos vaudeville. Essa baratíssima forma de entretenimento popular, febre no começo do século 20, unia dança, comédia, drama e até strip-tease e muitos grandes artistas de cinema, inclusive Chaplin, começaram aí.

Os primeiros filmes mudos traziam a fórmula desenvolvida nos teatros, especialmente no tocante à piada física (onde a pessoa cai, estapeia, se machuca para fazer os outros rirem). E também daí que veio a tradição americana dos one man show, comediantes que sozinhos no palco, contam piadas e zombam de situações cotidianas. Se Charles Chaplin foi o grande rei da comédia antiga e Lucille Ball a rainha da televisão, então podemos concluir que este reino era repleto de súditos especialistas na arte de rir. Confirma a seguir os grandes nomes da comédia americana que fizeram o mundo gargalhar dos anos 10 aos anos 60:

Keystone Cops: foi uma série de curtas produzida por Mack Sennet entre 1912 e 1917 com um esquadrão de polícia totalmente atrapalhado. Eram famosos pelas cenas ousadas envolvendo carros e trens e pelos acidentes bizarros que causavam. O comediante Roscoe "Fatty" Arbuckle, que depois viu sua carreira afundar devido a um processo de estupro de uma menor, começou nesse grupo, assim como Charles Chaplin.

Harold Lloyd: foi um dos mais populares atores do filme mudo, tendo feito mais de 200 filmes entre 1914 e 1947. Com cara de bebezão, Lloyd arriscava a vida por uma boa piada, como em Safety Last de 1923, onde escala um prédio pelas paredes externas, sem proteção e ainda acabou perdendo dois dedos na explosão de uma bomba em um de seus filmes. Além disso, era fotógrafo profissional e chegou a retratar nus de Bettie Page e Dixie Evans para revistas masculinas.

Buster Keaton: o homem que nunca sorria, eleito um dos maiores diretores e atores de todos os tempos pela revista Entertainment Weekly e pelo American Film Institute, era outro que punha sua integridade física a serviço do riso. Em A General, anda em rodas de um trem em movimento. Em Steamboat Bill Jr., ficou famosa a sua cena onde a fachada de uma casa cai inteira sobre ele, e o rapaz se salva graças a uma janela aberta que passa por seu corpo. Apareceu, depois de velho, em Luzes da Ribalta de Chaplin, em A Volta ao Mundo Em 80 Dias e ainda em um episódio da série de TV, Twilight Zone.

O Gordo e o Magro: o inglês Stan Laurel e o americano Oliver Hardy formaram uma das duplas mais conhecidas da comédia americana. Oficialmente a reunião ocorreu no filme The Second Hundred Years de 1927 e durou até final dos anos 50. Misturando comédia física e até violentas com piadas finíssimas, incorporavam o espertão Hardy que sempre sabe tudo e se dava mal e o inocente e chorão Stanley. Na realidade, o gênio da dupla era o inglês que bolava os roteiros e as situações. A união entre os dois era tão forte que combinaram verbalmente nunca aparecerem nas telas sozinhos e mesmo anos depois da morte de Oliver, Laurel recusou papéis em nome da promessa.

Os 3 Patetas: os irmãos Howard e seu amigo de infância Larry Fine eram os reis da comédia violenta e ultrajante que fizeram sucesso não só no cinema, mas também na adaptação para a TV. Começaram a trabalhar juntos em 1925 e a carreira durou até os anos 70, com várias alterações no elenco. A primeira formação do grupo foi com Moe, Larry e Shemp Howard, mas o último abandonou o grupo sendo substituído pelo irmão, Curly. Em 1946, Curly teve um derrame e Shemp voltou ao grupo, mas 11 depois morreu de um súbito ataque cardíaco. Entra em cena Joe Besser, que, para tristeza dos fãs, incluiu em seu contrato que não poderia apanhar de Moe ou Larry (exigência que acabou caindo depois, desde que ele pudesse revidar). A Columbia decidiu acabar com o trio, já que era considerado "ultrapassado", mas o sucesso de seus curtas na TV, fizeram com que o estúdio voltasse atrás e colocasse os comediantes de volta no cinema em longas. Começa aí a fase onde Joe de Rita, conhecido por Curly-Joe, participa como o terceiro pateta. Tanto Moe quanto Larry morreram em 1975 e deixaram saudade para muita gente.

Os Irmãos Marx: Groucho, Chico e Harpo Marx levaram literalmente o seu show de vaudeville para as telas de cinema. O trio era tão afiado que chegou um ponto onde não tinham script, só situações a serem interpretadas (à caótica maneira deles, óbvio). Groucho ficava com as piadas verbais e tiradas sarcásticas, enquanto Harpo sempre interpretava um mudo e era famoso por suas gags visuais, tão imitadas depois pelos desenhos animados de Pernalonga ou Pica-Pau. Chico fazia o tipo italiano e era a ponte para as situações. Seus filmes se dividem em duas fases: na Paramount, onde se concentram as melhores obras do trio e depois na MGM, RKO e United Artists. Foi na Metro que estrearam sua comédia mais famosa, Uma Noite na Ópera (que depois virou nome de disco do Queen, assim como A Day at The Races). Além disso, tinham seu próprio programa de rádio e Groucho ainda foi o apresentador de bem-sucedido programa de TV de competição com perguntas e respostas, You Bet Your Life. Nesse último os convidados não tinham medo das perguntas de Groucho e sim das suas réplicas. Ao entrevistar uma moça que nos anos 50, era a única mulher em seu local de trabalho, ele perguntou: "Você não é muito assediada?". E ela respondeu: "quando alguém passa do limite, eu mostro minha aliança". E na hora, o comediante atacou: "mas o anel só protege um dedo!". Genial.

W. C. Fields: ator, comediante e ilusionista, Fields criou em seus filmes um dos maiores personagens da primeira metade do século 20, um beberrão avesso a pessoas que acabava atraindo a simpatia de todos, apesar de seus conceitos distorcidos e sobre cruéis sobre cachorros, crianças e mulheres. Sua interpretação era tão convincente que as pessoas achavam que ele era daquele jeito na vida real, embora, muitos anos após sua morte em 1946, alguns conhecidos afirmaram que Fields tinha algumas características de sua criação. A famosa frase, "eu nunca bebo água porque os peixes fazem coisas nojentas nela", é de sua autoria.

Abbot e Costello: mais uma dupla genial que fez muito sucesso lá fora e é pouco conhecida aqui no Brasil. Foram a maior bilheteria de 1942 e seus filmes constaram entre os 10 mais rentáveis dos EUA até 1952, quando partiram para a televisão. Abott era o irritadiço amigo de Costello, um gordinho com cara de puro, invertendo a situação que vimos com Laurel and Hardy. Trabalharam juntos até o final dos anos 60.

Jerry Lewis: quem nunca se divertiu com os filmes de Jerry Lewis, acompanhado ou não de Dean Martin? Considerado um gênio da comédia pelos franceses, Lewis unia comédia física com piadas beirando o surreal com o a da máquina de escrever invisível em Errado para cachorro. Sua parceria com Martin começou em shows em bares e palcos e acabou devido a desentendimentos entre suas esposas. Mesmo sozinho, Lewis escreveu, dirigiu e protagonizou comédias fantásticas como O Professor Aloprado, O Terror das Mulheres e O Cinderelo Trapalhão, sendo que em algumas fazia vários papéis. Afastado a anos das telas, especialmente devido a dores em suas costas causadas por uma queda de um piano em um show de 1965, Lewis é o criador e apresentador do Teleton.

Peter Sellers: o ator inglês migrava da comédia para o drama e personificou o palhaço triste em sua vida real. Sua maior característica era fazer vários personagens num mesmo filme, como em Dr. Fantástico de Stanley Kubrick onde interpreta o Tenente Mandrake, o presidente dos EUA e o Dr, Strangelove ou em Rato que ruge onde personificava a Gran Duquesa Gloriana XII, o primeiro-ministro Conde Rupert Mountjoy e o militar Tully Bascombe. Ficou conhecido por ter interpretado o Inspetor Clouseau em cinco filme da série A Pantera Cor de Rosa e pela hilariante comédia Um Convidado Bem-Trapalhão.

fonte: Claudio R S Pucci (Terra cinema)

domingo, 26 de abril de 2009

Revista lista os atores de Hollywood que 'mais morreram' em filmes


A revista “Premiere” compilou uma lista com os atores de filmes de ação de Hollywood que mais morreram em cena. Liderando o número de personagens que passaram desta para melhor está Robert De Niro, com 14 mortes em diferentes filmes, três a mais que o segundo colocado Bruce Willis.

O terceiro lugar fica com Johnny Depp, com “nove mortes e meia” – a “meia morte” é contabilizada pela volta à vida do personagem, da franquia “Piratas do Caribe”. Empatados em quarto lugar, com nove mortes cada, estão Christian Bale, Brad Pitt, Jack Nicholson e Al Pacino.

No final do ranking ficam atores que pouco interpretaram personagens que perderam a vida nas telas, caso de Will Smith, Harrison Ford (ambos com duas mortes) e Mel Gibson, falecido três vezes. Confira abaixo a lista completa:

Atores de Hollywood que mais morreram em filmes

1 – Robert De Niro (14 mortes)
2 – Bruce Willis (11)
3 – Johnny Depp (9 ½)
4 – Brad Pitt (9)
5 - Al Pacino (9)
6 - Jack Nicholson (9)
7 - Dustin Hoffman (9)
8 - Christian Bale (9)
9 – Denzel Washington (7)
10 – George Clooney (5)
11 - Robert Downey Jr. (5)
12 – Tom Cruise (4)
13 – Mel Gibson (3)
14 – Harrison Ford (2)
15 - Will Smith (2)

fonte: g1

Conheça as "Lolitas" mais famosas do cinema


O livro Lolita expõe como os desejos e traumas reprimidos de um homem cinqüentão trazem desgraça para a sua vida ao se relacionar com uma menina de 12 anos de idade. Mas o livro não é a única obra a tratar do assunto. Hollywood já provocou muito marmanjo com ninfetas sedutoras. Confira alguns exemplos:

» Veja fotos das Lolitas

Sue Lyon em Lolita (1962): na primeira adaptação do livro de Vladimir Nabokov para o cinema, mais de 800 garotas fizeram teste para o papel-título, mas a escolha recaiu sobre a loirinha Sue Lyon (no livro a personagem é morena), então com 16 anos de idade, por causa do tamanho de seus seios. Os censores não queriam uma menina com muitas curvas para não passar a lascividade do livro para as telas.

Jodie Foster em Taxi Driver (1976): Foster já atuava desde os 7 anos de idade, mas aos 13 deixou todo mundo de queixo caído como Iris, uma prostituta infantil que inspira o motorista de táxi, interpretado por Robert De Niro, a assassinar um político. Foi indicada ao Oscar de melhor atriz coadjuvante.

Brooke Shields em Pretty Baby (1978): a atriz mostrou como veio ao mundo com 13 anos de idade no chocante filme de Louis Malle sobre um prostíbulo em New Orleans em 1917. Nele, Brooke faz Violet, a filha virgem de uma prostituta (Susan Sarandon). Violet é oferecida ao freqüentador do local que melhor pagar para dormir com ela. Depois, em A Lagoa Azul (1980), a ninfetinha Brooke fez pré-adolescentes e marmanjos quererem fugir para uma ilha deserta no clássico açucarado dos anos 80. As cenas de nu usaram dublês de corpo, mas a beleza de Shields era insuperável. Tornou-se musa do falecido jornalista Paulo Francis.

Jane March em O Amante (1992): o filme, baseado na obra autobiográfica da escritora Marguerite Duras, mostrava a relação entre uma adolescente e um milionário chinês na Indochina francesa de 1929. March, apesar do corpo mirrado e do rosto de criança, já era maior de idade durante as filmagens, o que explica as cenas mais tórridas e explícitas.

Rosario Dawson em Kids (1995): o filme que lançou Dawson, então com 16 anos de idade, é um perturbador relato sobre pré-adolescentes "perdidos" em Nova York e suas vidas repletas de drogas, transgressões e aids. Dawson era uma virgem, alvo máximo do personagem principal, um skatista soropositivo.

Dominique Swain em Lolita (1997): na refilmagem de Lolita, com Jeremy Irons como Humbert Humbert, o papel ficou com Swain, então com 15 aninhos na filmagem. Mais explícito e sensual, as cenas de sexo foram feitas com um dublê de corpo. Mesmo aquelas cenas onde o casal aparece abraçado na cama foram feitas com um travesseiro entre os dois corpos devido à tenra idade da atriz.

Mena Suvari em Beleza Americana (1999): o objeto de desejo do personagem de Kevin Spacey era a garota interpretada por Suvari, que tinha 20 anos na época, mas aparentava bem menos. Ninguém que assistiu ao filme conseguiu sair impassível depois da cena do sonho do personagem de Spacey onde Suvari está nua com o corpo coberto de pétalas de rosas vermelhas. A cena da sedução final, ao som de Annie Lennox, também é um dos pontos altos do filme.

Alice Braga em Cidade de Deus (2002): mais um exemplo de atriz que aparentava menos idade do que na vida real. Braga, com 18 anos na época, fazia Angélica, gatinha de praia adolescente que se envolve com os meninos da favela Cidade de Deus.

fonte: terra cinema

Veja as cenas de sexo mais quentes do cinema


"É constrangedor fazer uma cena de sexo quando você lembra que tem uma multidão tirando fotos da sua bunda", disse o ator Jason Statham, de Os Mercenários, em entrevista recente. Detestar tais cenas tórridas não é uma exclusividade dele: a grande maioria dos atores de Hollywood chega a recusar propostas de trabalho se o sexo for uma constante nos filmes em que vão participar.

O problema é que, há muito tempo, a indústria de Hollywood descobriu que o sexo vende, por mais que Statham tenha alguns seguidores, como Kate Winslet, Eva Longoria e Sienna Miller, entre outros tantos, nadando no "fluxo contrário".

Aproveitando a ira de tais astros, fizemos uma seleção das cenas de sexo mais quente das telonas. Confira na galeria de fotos.

» Veja fotos dos filmes

1. Atame (1980)
2. Betty Blue (1986)
3. Depois Daquele Beijo (1966)
4. Corpos Ardentes (1981)
5. E Sua Mãe Também 2001)
6. O Último Tango Em Paris (1973)
7. Pecados Íntimos (2006)
8. Qunato Mais Quente Melhor (1959)
9. Fome de Viver (1983)
10. Shortbus (2006)

fonte: terra cinema

quarta-feira, 25 de fevereiro de 2009

Trilha Sonora - The Wrestler (O Lutador)


O filme O Lutador de
Darren Aronofsky ("Fonte da Vida"), além de trazer de volta ao estrelato o ator Mickey Rourke, traz em sua pelicula uma belissima trilha sonora, composta em sua maioria por bandas de Hard Rock americana dos anos 80, temos Quiet Riot, Cinderella, Firehouse, Ratt, Slaughter, Accept, Scorpions como representantes desta geração de guitarras distorcidas, baladas e visual glam. Mas não é apenas a música que traz o ar de nostalgia, o enredo do filme em si, um lutador de wrestler, aquelas lutas que acompanhavamos grudados pela tv na década de 80 com seus lutadores fortes e caricatos. O como no dialogo do personagem de Rourke e Marisa tomei, "os anos 80 foram o máximo". Quem viveu sabe.

Sinopse: Randy `The Ram´ Robinson (Mickey Rourke) é um bem-sucedido pugilista nos anos 80 que é impedido de lutar depois de sofrer um ataque cardíaco. Assim, ele consegue um emprego em um restaurante, passa a morar com uma stripper e tenta se tornar amigo do filho dela, mas não consegue resistir a vontade de retornar à antiga carreira, mesmo sabendo que isso oferece riscos a sua saúde. "The Wrestler", dirigido pelo americano Darren Aronofsky, levou o Leão de Ouro de melhor filme na 65ª Mostra de Cinema de Veneza. "Eu não era realmente um fã de luta-livre, não tinha muito respeito pela coisa, porque é entretenimento. Até que Darren [Aronofsky] me arrumou um professor e aprendi a respeitar. É como entre atores ou políticos. Há muita gente boa desconhecida", disse Rourke. O ator, na vida real, foi boxeador profissional entre 1991 e 1995, o que o obrigou a passar por várias cirurgias plásticas. A imprensa iraniana acusou o filme de mostrar a ignorância e a opinião pré-concebida do Ocidente em respeito ao Irã. A cena em questão é a que o protagonista luta contra um personagem chamado The Ayatollah, que se veste com uma indumentária típica do Oriente Médio e balança uma bandeira iraniana antes de atacar Robinson com o mastro.

O interresante na lista oficial da trilha sonora que você acompanha abaixo é a ausência da música vencedora do Globo de Ouro deste ano, do compositor Bruce Springsteen pela canção original "The Wrestler"

SoundTracks The Wrestler

1. Bang Your Head (Metal Health), Quiet Riot (5:35)
2. Don’t Know What You Got, Cinderella (5:54)
3. Stuntin’ Like My Daddy, Birdman & Lil Wayne (4:30)
4. Don’t Walk Away, Firehouse (4:34)
5. War : Welcome To Hell, Rhino Bucket (4:12)
6. Blowin’ Up, Solomon (3:38)
7. Mirror, Dead Family (4:45)
8. Round And Round, Ratt (4:25)
9. Dangerous, Slaughter (3:50)
10. I’m Insane, Ratt (3:16)
11. Balls To The Walls, Accept (5:54)
12. Animal Magnetism , Scorpions (5:57)

Total duration: 56 minutes

Quiet Riot - Bang Your Head (Metal Health)



Cinderella - Don’t Know What You Got


Firehouse - Don’t Walk Away


Ratt - Round And Round


fonte: filmmusicsite.com, youtube
poster: movieposter.com

terça-feira, 17 de fevereiro de 2009

Jornal britânico lista os beijos mais bonitos da história do cinema



O jornal The Sun listou os beijos mais bonitos da história do cinema. O grande vencedor foi o beijo entre Rachel McAdams (Tudo em Família) e Ryan Gosling (Um Crime de Mestre) no filme Diário de uma Paixão.

Com o segundo lugar, o famoso beijo de
Homem-Aranha (Tobey Maguire) em sua amada Mary-Jane (Kirsten Dunst).

No último lugar do pódio, aparece o beijo de Ross (
David Schwimmer) e Rachel (Jennifer Aniston, de Marley & Eu) no seriado de Tv Friends.


Confira a lista completa dos filmes que com os beijos mais bonitos:

1º - Diário de uma Paixão
2º - Homem-Aranha
3º - Friends
4º - Titanic
5º - Nunca Fui Beijada
6º - Romeu e Julieta
7º - Bonequinha de Luxo
8º - ... E o Vento Levou
9º - Show de Vizinha
10º -
Star Wars Episódio V: O Império Contra-Ataca

fonte: cineclik

As piores adaptações para o cinema


De todos os livros que ganham adaptações para as telonas, poucos agradam aos fãs. Por isso, o site EW.com fez uma lista com as piores adaptações de livros para o cinema.

Confira a lista:

1. 'A Bússola de Ouro': O filme fantasiou fatos, inventou personagens e fugiu do enredo do livro, o que deixou os fãs do autor, Philip Pullman, totalmente decepcionados com a adaptação para as telonas.

2. 'O Código da Vinci': a adaptação de livro homônimo escrito por Dan Brown. O problema é que os atores escolhidos, Tom Hanks e Audrey Tautou, não tinham a menor química para fazer o casal romântico.

3. 'Amor em Jogo', o grande erro talvez tenha sido Jimmy Fallon, ou então, a falta de um bom senso de humor inglês.

4. 'Memórias de uma Geisha' poderia ter todos os elementos de um clássico: um belo elenco, além de ganhar um Oscar de melhor diretor de filme. No entanto, eles pecaram na adaptação dos diálogos e o filme ficou parecendo mais uma novela, bem diferente do livro.

5. 'Um Som do Trovão', que poderia ter sido uma segunda versão de 'Jurassic Park'. Em vez disso, o roteiro, baseado em uma história curta sobre Ray Bradbury, girava em torno de uma loja que transporta as pessoas de volta no tempo, permitindo-lhes caçar animais pré-históricos. Os efeitos especiais estragaram a adaptação.

6. 'Tróia' Baseado na Ilíada de Homero, o erro foi fazer do filme mais como uma homenagem à Brad Pitt, bronzeado como o guerreiro grego, do que mostrar a história da Guerra de Tróia.

7. 'Bridget Jones - No Limite da Razão' foi limitada a risos e piadas incessantes, quando no livro há uma história de uma mulher balzaquiana solteirona, cercada de dúvidas em torno dos seus valores e como fugir dos padrões que a sociedade exige.

8. Feira das Vaidades ficou em oitavo lugar, com um estilo totalmente novelesco que decepciona quem procura por um entretenimento mais cinematográfico. Este é o grande erro do longa, que deveria ser apenas a tradução de um dos melhores romances já publicados na literatura mundial.

9. 'Revelações' é uma adaptação do romance de Philip Roth para uma tela de cinema. Adaptações deste estilo requerem um grande esforço e esse filme intelectual definitivamente carece de recursos.

10. Empatados estão 'O Grinch' e o 'O Gato'. Estes são os tipos de livros com diversão garantida para todas as crianças. Mas, pela maneira que os filmes se adaptaram, criou-se mais medo para a garotada do que a diversão em si.

fonte: yahoo cinema

BlogBlogs.Com.Br

quarta-feira, 11 de fevereiro de 2009

Audrey Hepburn é eleita a atriz mais bela da história do cinema


A atriz Audrey Hepburn foi eleita a mulher mais bonita da história do cinema hollywoodiano em pesquisa realizada na Inglaterra e divulgada na terça-feira (10). A morena de traços delicados e corpo mignon superou divas como Brigitte Bardot, Grace Kelly e Sophia Loren.

O segundo lugar do ranking ficou para Angelina Jolie. Além dela, outras atrizes contemporâneas apareceram na lista como Catherine Zeta Jones, Keira Knightley, Cameron Diaz e Scarlett Johansson.

Segundo o jornal “Telegraph”, a editora de beleza da revista Vogue inglesa, Nicola Moulton, explicou a escolha de Audrey pela sua “beleza atemporal”. “Ela tinha uma beleza cinematográfica, que era incrível nos movimentos de cena, não só em fotos”.

A belga Audrey Hepburn (1929-1993) ganhou fama mundial ao interpretar a personagem Holly Golightly, uma prostituta refinada que sonhava se casar com um milionário em “Bonequinha de luxo” (1961). A atriz também estrelou outros filmes que se tornaram clássicos, como “Sabrina” (1954), “Guerra e paz” (1956), “Minha bela dama” (1964).

Com seu estilo sofisticado, Audrey também é considerada até hoje como um ícone fashion. A atriz foi durante muitos anos a musa do estilista francês Hubert de Givenchy, que a classificava como “um ideal de elegância e uma inspiração”.

Confira abaixo a lista completa das atrizes mais belas de Hollywood:


1º - Audrey Hepburn
2º - Angelina Jolie
3º - Grace Kelly
4º - Marilyn Monroe
5º - Sophia Loren
6º - Catherine Zeta Jones
7º - Elizabeth Taylor
8º - Keira Knightley
9º - Halle Berry
10º - Brigitte Bardot
11º - Julia Roberts
12º - Vivien Leigh
13º - Nicole Kidman
14º - Cameron Diaz
15º - Doris Day
16º Scarlett Johansson
17º - Charlize Theron
18º - Jennifer Aniston
19º - Michelle Pfeiffer
20º - Liv Tyler

fonte: g1

Os filmes brasileiros mais vistos no cinema


O filme "Se Eu Fosse Você 2", estrelado por Tony Ramos e Glória Pires trouxe de volta o sucesso dos filmes nacionais no cinema. Há 5 semanas em primeiro lugar, o filme já arrecadou R$ 39,2 milhões e levou 4,7 milhões aos cinemas.

O longa, ainda, só não fez mais público que "2 Filhos de Francisco - A História de Zezé Di Camargo e Luciano", que levou 5,3 milhões de pessoas aos cinemas.

Conheça quais foram os filmes nacionais que mais levaram os brasileiros aos cinemas:

Dona Flor e Seus Dois Maridos (1976)
Baseado no livro homônimo de Jorge Amado, ainda é o filme brasileiro mais visto nos cinemas. Dirigido por Bruno Barreto e protagonizado por Sônia Braga, José Wilker e Mauro Mendonça, o longa-metragem foi visto por mais de 12 milhões espectadores.

A Dama do Lotação (1978)
Nos anos 70, Sonia Braga era garantia de brasileiro no cinema. Tanto que A Dama do Lotação, sensual filme protagonizado pela atriz, levou 6,5 milhões de espectadores às salas.

Os Trapalhões
Os filmes protagonizados pelo saudoso grupo humorístico Trapalhões, nos anos 70 e 80, também foram bastante populares na época. O Trapalhão nas Minas do Rei Salomão (1977), Os Saltimbancos Trapalhões (1981 e Os Trapalhões na Guerra dos Planetas (1982) são algumas das produções do grupo vistas por mais de cinco milhões de brasileiros.

O Passageiro da Agonia e Carandiru
Hector Babenco, nascido na Argentina e radicado no Brasil, é um diretor que levou milhares de brasileiros aos cinemas. Lúcio Flavio, o Passageiro da Agonia levou mais de cinco milhões de brasileiros aos cinemas em 1977; o drama Carandiru foi visto por 4,6 milhões em seu lançamento, em 2001.

Cidade de Deus
O filme fez uma pequena revolução dentro do cenário cinematográfico brasileiro em 2002. Depois de levar mais de três milhões de brasileiros às salas, foi lançado internacionalmente, tornando-se referência de cinema brasileiro para os gringos. O longa concorreu a quatro Oscars, apresentando o talento do cineasta Fernando Meirelles no mercado internacional.

"2 Filhos de Francisco - A História de Zezé Di Camargo e Luciano"
Fenômeno recente nas salas de projeção brasileiras, 2 Filhos de Francisco - A História de Zezé di Camargo e Luciano foi aprovado não somente pela crítica especializada em 2005, mas principalmente pelo público, que se envolveu pelo drama familiar experimentado pela popular dupla sertaneja Zezé di Camargo e Luciano, retratada no longa. O filme foi visto por mais de cinco milhões de espectadores, a maior bilheteria de filmes brasileiros dos últimos 20 anos.

Se Eu Fosse Você
Em 2006, o longa-metragem brasileiro mais prestigiado pelo público nos cinemas foi a comédia Se Eu Fosse Você. Mais de três milhões de brasileiros foram às salas prestigiar a excelente atuação de Glória Pires e Tony Ramos no filme.

Tropa de Elite
O ano de 2007 foi de Tropa de Elite, que estreou nas salas brasileiras fazendo estardalhaço. Na verdade, o filme já era falado antes disso, depois de ter sido visto por milhões de brasileiros antes mesmo de sua estréia, em DVDs piratas, disponíveis nos camelôs. Os números oficiais confirmam: 2,4 milhões foram ver o longa de José Padilha nos cinemas.

Meu Nome Não É Johnny
Estreando no primeiro fim de semana de 2008, Meu Nome Não É Johnny já desponta como a "salvação" das bilheterias nacionais neste ano. Um grande sucesso entre o público, foi visto por 1,7 milhão de brasileiros em menos de dois meses em cartaz.

fonte: yahoo cinema

Site internacional lista os piores casais dos cinemas


O site I'm Not Obsessed listou os piores casais do cinema. Natalie Portman (A Outra) e Hayden Christensen (Jumper) em Star Wars: Episódio 2 - Ataque dos Clones foram os grandes campeões.

Na lista, também encontramos o ator Brad Pitt (Queime Depois de Ler) duas vezes: uma no longa O Curioso Caso de Benjamin Button, que faz par com a atriz Cate Blanchett (Babel), e no outro em Sr. & Sra. Smith, que aparece ao lado de sua atual esposa Angelina Jolie (A Troca).


Confira a lista completa:

1º - Natalie Portman e Hayden Christensen - Star Wars: Episódio 2 - Ataque dos Clones
2º - Tom Hanks e Audrey Tautou - O Código Da Vinci
3º - Brad Pitt e Cate Blanchett - O Curioso Caso de Benjamin Button
4º - Pierce Brosnan e Linda Hamilton - O Inferno de Dante
5º - Ralph Fiennes e Jennifer Lopez - Encontro de Amor
6º - Andy Garcia e Sofia Coppola - O Poderoso Chefão 3
7º - Brad Pitt e Angelina Jolie - Sr. & Sra. Smith
8º - Jennifer Connelly e Jared Leto - Requiém Para Um Sonho
9º - Madonna e Sean Penn - Surpresa de Shanghai
10º - Ed Norton e Liv Tyler - O Incrível Hulk
11º - Will Farrell e Nicole Kidman - A Feiticeira
12º - Ben Affleck e Kate Beckinsale - Pearl Harbor
13º - Madonna e Adriano Giannini - Destino Insólito
14º - Adam Sandler e Kevin James - Eu os Declaro Marido e... Larry!
15º - Anne Heche e Harrison Ford - Seis Dias, Sete Noites
16º - Ashton Kutcher e Cameron Diaz - Jogo de Amor em Las Vegas
17º - Tom Hanks e Meg Ryan - Mensagem Para Você
18º - Jennifer Lopez e Ben Affleck - Contato de Risco
19º - Katie Holmes e Christian Bale - Batman Begins
20º - Mark Wahlberg e Zoey Deschanel - Fim dos Tempos

fonte: cineclik

Will Smith é o campeão de índice de valor de atores, diz revista


O ator Will Smith é o campeão de um índice de valor de atores estabelecido pela revista americana "Forbes".

O ranking foi montado com base em uma pesquisa com profissionais da indústria do cinema.

Smith foi o único a atingir a nota "dez". Ele bateu nomes como Johnny Depp, com 9,89, Leonardo diCaprio, também com 9,89, e o casal Angelina Jolie e Brad Pitt, ambos com 9,89.

Tom Hanks pontuou com 9,87, George Clooney, com 9,81, e Denzel Washington, com 9,76.

Matt Damon, com 9,69, e Jack Nicholson, com 9,68, fecham a lista dos dez mais "valiosos".

fonte: folha online

domingo, 18 de janeiro de 2009

As 8 melhores composições de trilhas sonoras


O site IsFree Pop especializado em séries de tv disponibilizou uma lista com as 8 melhores composições de trilhas sonoras criadas para séries de TV americana.

Uma música pode mudar tudo. Seja num filme ou numa série, trilhas sonoras são sempre importantes e notadas; principalmente nos dias de hoje, onde existem grandes premiações com categorias referentes a estes setores. Um exemplo clássico e histórico da importância de músicas no storyboard de filmes é a famosa cena do suspense Psycho, do diretor Alfred Hitchcock. Na TV, temos como exemplo a série Lost, que muito impressiona com as composições de Michael Giacchino, músico premiado e consagrado por seus trabalhos na TV e no cinema.

Segue a lista abaixo:

Pushing Daisies (Jim Dooley): Quem assistiu ao longa-metragem francês Amélie sabe o quanto a trilha da série se assemelha à trilha do filme. Com composições tipicamente francesas, Jim Dooley impressiona muito. Talvez seja a melhor trilha sonora do ano em séries de TV, mas ainda há outras séries com composições muito boas.



Lost (Michael Giacchino): Michael Giacchino é um veterano. Mas há quem diga que um dos seus melhores e mais bem feitos trabalhos é no drama de sucesso Lost. Músicas de suspense estão sempre presentes na série, assim como cenas do mesmo gênero. É interessante notar que muitas de suas composições calmas e lentas acabam com algo bem alto e aterrorizante, o que sugere muitas reviravoltas e surpresas na série.



Dexter (Daniel Licht): O piano nunca foi tão bem usado na composição de trilhas sonoras do que em Dexter, que, além de ser considerada uma das melhores séries de 2008 (em termos de “roteiro”, “direção” e “elenco”), também se destacou com sua trilha sonora magnífica. Poderia ter mais composições, mas nenhuma delas decepciona.



Desperate Housewives (Steve Jablonsky): O CD com a trilha sonora da série deixa a desejar, pois há muitos diálogos, e nada das composições divertidas, rápidas e diferentes presentes na série. A seleção de músicas não-feitas para Desperate Housewives deixa um pouco a desejar também. Mas nada que espetaculares composições não compensem.



The X-Files (Mark Snow): Muito bem feita a trilha de The X-Files. Os agentes Fox Mulder (David Duchovny) e Danna Scully (Gilian Anderson), além de cercados de perigo e suspense, estão sempre juntos de uma boa composição que, além de chamar a atenção para críticos de TV, também muda a forma de ver como a cena é. Uma série inesquecível e composições inesquecíveis.



The Simpsons (Dennis McCarthy): Tão boa quanto a série, as composições de McCarthy são claramente bem pensadas. Provavelmente, poucos notam a presença da triha sonora divertida e que está sempre em sintonia com a série. Muito bem composta e editada.



Family Guy (Walter Murphy): Outra animação com uma boa trilha sonora é Family Guy. Há quem diga que a série já é melhor que The Simpsons, mas o importante é pensar em Family Guy como ela é, com seu próprio estilo e definições.



Carnivàle (Jeff Beal): São muitas coisas que impressionam nessa série. Um dos elementos principais é o “roteiro”, que muitos consideram de extremo bom gosto. Outro elemento na série que impressiona são as composições feitas para a mesma. Com todo um conceito teatral, assim como a série, Jeff Beal (o compositor), criou um estilo “inteligente” de trilha sonora.




fonte: isfreepop